
Um dia de Ano Novo, em 1999, no fim do almoço em família alargada os meus cunhados apresentaram charutos cubanos, genuinos. E então pensei: charuto não é cigarro, uma vez não são vezes e cedi à tentação. Acendi um e depois de algumas baforadas travei o fumo inadvertidamente e depois propositadamente. A experiência afigurava-se promissora da retoma do fumo porque o prazer do travo era tentador e renovado. Evidentemente é esse o perigo para quem deixa de fumar e cede à experiência de "só um , desta vez". Mas tive sorte.
Apanhei um tão grande enjoo que me indispôs o dia todo e...foi remédio santo. Nunca mais fumei nada de espécie alguma e nunca mais voltei a pensar ou a sonhar com o fuminho.
Em 1976, em Coimbra, por força do anúncio publicitário supra ou outro parecido, publicado nas revistas americanas, procurei nas tabacarias este maço. Precisamente este maço- e não encontrei. Havia os de caixa dura mas este não. A estética da embalagem sempre me fascinou. E as dificuldades de importação que então havia ( crise económica em crescendo, já em 1976) restringiu o consumo deste tabaco estrangeiro, embora o contrabando prosperasse nessa época por causa disso.
Em 1976, em Coimbra, por força do anúncio publicitário supra ou outro parecido, publicado nas revistas americanas, procurei nas tabacarias este maço. Precisamente este maço- e não encontrei. Havia os de caixa dura mas este não. A estética da embalagem sempre me fascinou. E as dificuldades de importação que então havia ( crise económica em crescendo, já em 1976) restringiu o consumo deste tabaco estrangeiro, embora o contrabando prosperasse nessa época por causa disso.
Sem comentários:
Enviar um comentário