quinta-feira, 11 de setembro de 2008

J.J. Cale


























JJ Cale.
Há trinta anos, a revista Rock & Folk trazia um apanhado da sua discografia até à altura e que se resumia a quatro discos fundamentais: Naturally, de 1972; Really, de 1973; Okie, de 1974 e Troubadour, de 1976, o primeiro que me chamou verdadeiramente a atençao por causa da capa etérea e de nuvens musicais.

Esses quatro discos a que se juntam os restantes três, saidos a seguir - Five, de 1979; Shades, de 1981 e Grasshopper, de 1982 ( o primeiro Lp que comprei, do músico, no ano em que saiu), são imprescindíveis na discografia de J.J. Cale.

Na sequência dos mesmos, gravei uma cassete com uma espécie de best of, dos mesmos. Assim, de memória, devo recordar Precious memories, de Okie; Call me the breeze e Don´t go to strangers, de Naturally; Hey babe, de Troubador e Love has been gone, de Shades.

Um disco saído recentemente, Rewind, vale a pena e é uma pequena maravilha, com músicas antigas do músico que influenciou Eric Clapton ( que gravou After Midnight e Cocaine) e Mark Knopfler ( deve-lhe um estilo).

As imagens, são da revista Rock & Folk de Outubro de 1978 e da Guitar Player ( foto de cima). 

ADITAMENTO em 27 de Agosto de 2013:

 Soube agora, pela revista Record Collector, edição de Setembro mas que hoje, 27.8.2013, comprei,  que J.J. Cale morreu no passado dia 26 de Julho de 2013, de ataque cardíaco, com 74 anos. O obituário da revista ocupa uma pequena coluna comuma pequena foto. J.J. Cale merecia a capa...

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