C.S.N.& Y 1972
Ainda hoje esse tema é um dos meus preferidos da música popular. O álbum a solo de Graham Nash ( autor de Teach your children), Songs for Beginners já lá figura e tinha Chicago, um tema que igualmente me encantava.
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30.9.12
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13.9.12
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No início dos anos setenta tornaram-se moda os posters sobre quase tudo, mesmo política.
As revistas de música publicavam-nos para adolescentes comprarem e colocarem nas paredes de quartos e os jornais publicitavam-nos, como nesta contra capa do jornal inglês Disc, de 15 de Julho de 1972.
Já lá figurava um dos posters mais icónicos de sempre: o do guerrilheiro Che Guevara. Tive um, aliás ainda o tenho, com a foto a preto e fundo a vermelho que ocupou a parede durante o ano de 1975.
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Em 1973 a música popular brasileira passava no rádio com força de moda. Em Abril desse ano publicou-se o disco dos Secos & Molhados, com o mesmo nome e as músicas do lp passavam no rádio com frequência, destacando-se Rosa de Hiroshima e Patrão nosso de cada dia.
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A bd de ficção fantástica em Fevereiro de 1972 quando comecei a ler o Tintin na edição portuguesa já era conhecida por outra via. A revista brasileira Realidade, uma espécie de Life com fotos e reportagens variadas sobre os temas mais diversos tinha já mostrado algo que nunca tinha visto antes.
Em Dezembro de 1971 essa revista que então comprei por 15$00, trazia algumas páginas sobre a banda desenhada americana ( os comics), francesa e até brasileira a propósito de uma reportagem sobre a VII exposição de banda desenhada de Lucca, realizada em Novembro desse ano.
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As aventuras de Comanche e Bernard Prince, desenhadas por Hermann foram das primeiras que me encantaram no Tintin, em 1972, tanto na edição portuguesa como na original, belga. Comanche descobri-a logo na edição belga com a saga dos Dobbs e o episódio Os lobos do Wyoming.
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10.7.12
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Moebius, ( Jean Giraud) o artista francês de Banda desenhada que por aqui tenho mencionado muitas vezes, morreu em meados de Março deste ano.
As revistas francesas da especialidade dedicaram números especiais ao artista, destacando-se este artigo de Philippe Manoeuvre, na revista dBD nº 63 de Maio deste ano.
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3.6.12
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No início dos anos setenta, uma das leituras preferidas, no Jornal de Notícias que todos os dias lia na casa do meu avô paterno, numa mercearia de aldeia, eram as aventuras de Corrigan, o agente secreto X-9.
O jornal tinha o belíssimo hábito de trazer todos os dias umas "tiras" de banda desenhada de proveniência americana, via King Features Syndicate Inc. Uma delas está aposta no livro, na imagem do meio e respeita à aventura que se mostra na imagem mais abaixo, desenhada em 1973.
As tiras diárias ( menos ao fim de semana) desenvolviam as aventuras policiais de um g-man ( agente do FBI) que eram então desenhadas por Al Williamson, com argumento de Archie Goodwin. Os desenhos eram um must, a preto e branco e com sugestão de ambientes exóticos ( lamastérios nos Andes, por exemplo) ou na selva, mesmo urbana. Williamson esmerava-se a desenhar carros desportivos, como Porsches ou Jaguares e...mulheres, geralmente a entrar na meia idade e com silhuetas muito bem contornadas pelos vestidos.
Recentemente, uma editora americana publicou em série todas as aventuras desenhadas por Al Williamson. Já vai no volume III que abrange as tiras publicadas originalmente entre 1972 e 1974 e anuncia-se para breve um quarto.
As imagens mostradas são desse terceiro volume.
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