A primeira Métal
O primeiro número da revista, tal como anunciado na contra-capa da Rock & Folk de Março de 1975. Ao lado o número de Fevereiro da mesma revista, onde se anunciava, num reclame desenhado por Moebius.
As duas primeiras páginas:

coisas que me interessam
O primeiro número da revista, tal como anunciado na contra-capa da Rock & Folk de Março de 1975. Ao lado o número de Fevereiro da mesma revista, onde se anunciava, num reclame desenhado por Moebius.

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29.10.09
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Anúncio na Rock & Folk de Maio 1976


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Por ocasião do 25 de Abril de 1974, uma das coisas que mais me interessava era a banda desenhada, a par dos assuntos de política geral. Mais do que a música popular cujo interesse intensivo e alargado só começou meses depois.
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12.10.09
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Na revista inglesa Sound on Sound deste mês, um artigo sobre as novas edições da discografia dos Beatles explica os detalhes técnicos da rematrização.
A equipa, sete elementos acima retratados, começou assim:




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5.10.09
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As primeiras imagens sobre os Beatles que guardei, foram estas, por ordem da esquerda para a direita e de cima para baixo. Do jornal Diário Popular, da Flama, da revista Mundo Moderno e de uma brasileira, provavelmente a Cruzeiro. Em 1970 ou pouco tempo antes disso.

A que segue foi tirada dum número de Agosto de 1972, da revista Observador, consagrado ao fenómeno da pop ( Indústria ou evasão?, perguntava a revista). Na imagem da direita Dinis de Abreu a dizer que não havia pop em Portugal ( pode ler-se clicando).
Esta é a capa da revista alemã Pop de Junho de 1974, uma revista em que as imagens e os posters ( farb) eram o apelativo principal. Além disso, o papel lustroso, alemão, era de qualidade superior o que conferia cor notável às fotos.
As duas imagens seguintes reportam as capas da revista Rock & Folk de Novembro de 1976 e de Janeiro de 1983. Foi com esse número de 1976 que fiquei a conhecer pela primeira vez a discografia integral dos Beatles...em versão francesa. Durante vários anos, a referência aos títulos avulsos dos discos dos Beatles foi esta.

Ainda em Abril de 1970, a revista Mundo da Canção, no primeiro número que comprei, o 6, trazia a letra de Eleanor Rigby, Honey Pie e Octopus´s garden( de Revolver, do Branco e de Abbey Road). Nos números seguintes, a mesma revista, a única que valia a pena ler sobre música popular, na época ( o jornal Disco, música & moda só saiu em Fevereiro do ano seguinte), publicou as letras de Revolution 1 e Yesterday ( Branco e Help); Here comes the sun, One after 909 e Dig a Pony ( Abbey Road e Let it be, com imagem da capa deste último a preto e branco, apareceram no número 8 de Julho de 1970, imagem que se repetiu na capa do número seguinte em tom de amarelo e azul e no qual se publicaram as letras de The long and winding road e Two of us e ainda Yellow Submarine e Birthday, da banda sonora com o mesmo nome e do Branco; nesse número nem uma referência à separação dos Beatles. No número seguinte, as letras de Piggies e Help, For you Blue e I me mine ( Branco e banda sonora com o mesmo nome e ainda Let it be); no número 11, as letras de I want you ( she´s so heavy), You never gave your money, de Abbey road e Across the Universe e I got a feeling, de Let it be e no seguinte, She came through the bathroom window e Mean mr. Mustard, de Abbey Road. A primeira vez que aparece uma referência á separação dos Beatles é no número13, de 15.12.1970, num artigo interessante assinado por...José Cid que achava “ o desaparecimento dos Beatles uma lacuna que fica para sempre na Pop Music.”
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9.9.09
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30.8.09
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No Verão de 1969, um dos filmes em voga, em Portugal, era o alemão Helga, com o subtítulo O segredo da maternidade. Filme equívoco que suscitava a curiosidade de se poder ver a nudez do corpo da mulher, filmado integralmente...coisa rara no cinema de então.
O filme foi mencionado no número 18, de 15 de Agosto de 1969, na revista Mundo Moderno. A protagonista Ruth Grassman, foi entrevistada:
MM- Este seu filme e uma história de sexo ou amor?
RG- É antes do mais uma história de amor, um hino à mãe, à mulher.
No mesmo número da revista, refere-se ainda o concerto dos Rolling Stones no Hyde Park, ocorrido no mês anterior e transcreve-se a letra de Animais de estimação, da Filarmónica Fraude.
Assim:
Visons e leopardos
Sobem o Chiado
Criados de libré trincham faisões
Assentam-se arraiais em palacetes
Enfeitam-se uns e outros de brasões.
Com títulos de nobreza sem origem
E o mesmo diploma que a criada
Agarram-se a tudo o que não têm
P´la casa do Estoril hipotecada.
Madames enfeitadas de perucas
Gastam o seu tempo inutilmente
E em canastas p´la noite fora
Propõem causas nobres pelas gentes.
Coro:
Assim defino a vida de quem tem
Animais de estimação de vida sã
E em barracas com ar condicionado
Bichinhos que devoram croissants.
Cães com casaquinhos de cambraia
E gatos com golinhos de astracan.
A letra, presume-se, é de António Avelar Pinho, um dos melhores letristas de canções que a música popular já conheceu em Portugal. Na Banda do Casaco tem a sua obra-prima.
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30.8.09
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