Música de 1969 V
E a da francesa Frida Boccara, com Un jour, un enfant.
Juntamente com as outras duas e a holandesa Lenny Kuhr, com De troubadour, foram as vencedoras ex-aequo, do festival nesse ano de 1969.
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E a da francesa Frida Boccara, com Un jour, un enfant.
Juntamente com as outras duas e a holandesa Lenny Kuhr, com De troubadour, foram as vencedoras ex-aequo, do festival nesse ano de 1969.
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1.8.09
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E esta de Salomé, a espanhola que cantou Vivo cantando
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1.8.09
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E esta de...Lulu, no festival da Eurovisão, acontecimento que se repetia ano após ano, nos sessenta e setenta, no mês de Maio.
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1.8.09
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No rádio de 1969 soava muito este tipo de música que ficou como uma boa canção pop. Sugar, sugar, pelos Archies.
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1.8.09
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E os Crosby , Stills and Nash, há 40 anos. Mais ou menos a meio do vídeo, aparece Stephen Stills num programa de tv americana, vindo directamente de Woodstock, do festival que aí se realizou em Agosto de 1969 ( ainda mostra a lama seca, nas calças e botas).
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29.7.09
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Stephen Stills no tempo de Manassas, em 1972.
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29.7.09
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20.7.09
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28.6.09
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A banda desenhada portuguesa nunca foi algo que se visse, com vontade de rever, como é o caso da franco-belga.


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3.6.09
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Jornal Disco ( dirigido então por um certo A. de Carvalho que será Ruben de Carvalho) de 1.10. 1971
No início dos anos setenta comecei a ouvir falar dos Jethro Tull. Em data incerta de meados dos anos setenta a música dos Jethro Tull entrou em casa pelo som da flauta num tema de Bach. Bourrée. O tema já tinha sido ouvido noutras sonoridades, mas a flauta de Ian Anderson despertava uma atenção particular porque vinha acompanhada pela sonoridade esquisita do LP Aqualung, o mesmo que contém Locomotive Breath e Wondrin aloud, separados por três faixas.
Em finais de 1974, pelo Natal, no rádio de então, ouvia-se o LP War Child e temas como Bungle in the Jungle e principalpente Skating away on a thin ice.
Em finais de 1975 o disco seguinte, Minstrell in the Gallery de grande relevo acústico passou a ser ouvido em programas seleccionados do rádio que passavam discos inteiros que permitiam a gravação de interessados.
Os temas de Minstrell tornaram-se dos mais estimados de ouvir no rádio, por causa das melodias e sonoridades acústicas que o tornam um dos melhores disco de 1975.
Requiem, por exemplo, ou a sequência Baker Street Muse, ou ainda One White duck on the wall, são temas da mais elevada mestria na música popular que me agrada. Crash- Barrier waltzer idem, com esta passagem: “I have no time for Time magazine or Rolling Stone” que mencionava duas revistas que já apreciava.
Rock & Folk de Outubro de 1975 e de Junho 1976
Durante o ano de 1976, esse disco foi dos mais escutados e apreciados, continuando hoje em dia como um dos meus discos de referência da música popular.
Por isso, em meados desse ano, ao sair o sucessor de Minstrel, a expectativa era grande e ao ouvir pela primeira vez Too old to rock n´roll too young to die, lendo a crítica na Rock & Folk, manteve-se a promessa, embora esbatida pela superior qualidade daquele.
O disco não está ao mesmo nível que o anterior e apenas o continua numa ou noutra composição ( Crazed institution, From a dead beat, Pied piper, to an old greaser ou o título tema, por exemplo). Ou mesmo o tema final que lembra o Mistrell.
Nesse ano de 1976, passou também no rádio o que havia no catálogo anterior de Jethro Tull: Aqualung mas também o grande Thick as a Brick, uma obra temática e cujo LP original inventava uma história, apresentada num exemplar de jornal, desdobrável e em tudo idêntico a um jornal convencional.
E também passaram A Passion Play e um tema disperso saído em separado dos LP`s: a pequena maravilha musical que é Life is a long song, de 1972. O LP Living in the past, também de 1972, era um apanhado dos melhores temas do grupo até então, desde os tempos dos primeiros discos, influenciados pelo blues até aos mais recentes, com fragrâncias sonoras acústicas.
Em 1976 gravei um tema de A Passion Play que anotei como “A passion play... ad(n)y date”. Descobri hoje mesmo, ao ler um livreto da caixa que comemorou os 25 anos de Jethro Tull, em Maio 1993 que o tema afinal era de um single- A passion play Edit #8. Como deveria ter sido óbvio, o tema do disco A Passion Play, reduzido ao formato de single.
A seguir ao disco de 1976, os seguintes merecem atenção, como é o caso de Heavy Horses ou Songs from the Wood. Mas não são a mesma coisa que os anteriores. E por isso fica por aqui a história de Jethro Tull no que me diz respeito.
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josé
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10.5.09
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De todos os discos dos Doobie Brothers é difícil pegar num único e elegê-lo como preferido. No entanto, Toulouse Street, de 1972, está muito perto disso. Listen to the music:
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josé
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16.4.09
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Belissimo disco, este Stampede dos Doobie Brothers. Desde o primeiro tema, Sweet Maxine, com a introdução ao piano, seguida das guitarras em coro, até ao último, Double Dealin´, a música dos Doobie Brothers, é um catálogo do rock mais mexido e fresco. Mesmo em tonalidade acústica, na guitarra de Pat Simmons. Slat Key Soquel rag no Japão. E também em Nova Iorque. Cool. Tal como este tema acústico, Steamer lane breakdown, que serviu de indicativo a um programa de rádio- Dois Pontos- de Jaime Fernandes, nos anos setenta.

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14.4.09
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capa do sacd.
capa da cassete com músicas de cd, passados na rádio popular de Vigo, em meados dos oitenta.
da e abrangendo discos tão importantes como Highway 61 revisited, Blonde on Blonde ou Blood on the tracks e outros, ou a dos Rolling Stones dos antigos discos.
Igual sensação auditiva se experimenta com o disco em vinil dos Genesis, A trick of the tail, de 1976, na versão em vinil e em sacd. Torna-se difícil distinguir a qualidade sonora em termos qualitativos.
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22.3.09
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16.3.09
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13.3.09
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O som do cd, ao longo dos anos, também foi evoluindo, havendo alguns cd´s que pouco ou nada desmerecem a sua edição original em LP.
Alguns exemplos podem ser encontrados nos seguintes:



Este disco dos King Crimson, Lizard, gravado em hdcd, é outra pequena maravilha de reprodução gráfica e também sonora. Editado em 2000, por ocasião dos 30 anos do Lp original, está remasterizado em 24 bits. A edição em digi-pack, contém ainda um pequeno livreto com reproduções de notícias de jornais musicais da época.
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10.3.09
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9.3.09
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Nos anos oitenta, para ouvir música no carro, começaram a aparecer os auto-rádios de qualidade superior aos sintonizadores antigos em AM e depois FM. A junção de um leitor de cassetes, tornou-os, gradualmente, em meios de difusão musical de alta qualidade e o habitáculo, assessorado por colunas estrategicamente colocadas, davam por vezes um ambiente sonoro, de efeito superior ao caseiro.
Caro demais, acabei por arranjar depois o bom, em detrimento do óptimo, no modelo 950 HX. Este.


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josé
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8.3.09
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22.2.09
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Imagens de publicidade ao primeiro aparelho reprodutor de cd´s da Sony e um artigo da revista americana Record de Agosto de 1983.

Artigo da revista americana High Fidelity, de Março de 1984 e publicidade às colunas Sony, da mesma época.
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15.2.09
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As aparelhagens de alta fidelidade, no início dos anos oitenta, começaram a aparecer em componentes juntos em móveis próprios. Quase todas de origem japonesa. Sony, Pioneer, Teac, Technics.


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josé
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10.2.09
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7.2.09
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