Lynn Anderson

E em trilogia, acrescento Lynn Anderson, cuja Rose Garden, me encantou em 1971.
Lynn Anderson é puro Nashville. Mainstream. Americano médio. Pimba. Mas é um gosto ouvir Rose Garden.
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E em trilogia, acrescento Lynn Anderson, cuja Rose Garden, me encantou em 1971.
Lynn Anderson é puro Nashville. Mainstream. Americano médio. Pimba. Mas é um gosto ouvir Rose Garden.
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6.10.08
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Outra voz feminina, americana, que muito aprecio e que ouvi pela primeira vez nos anos oitenta, foi Anne Murray. You needed me de 1978 e Snowbird de 1974, chegam para merecer um postal destacado. Esta versão é deliciosa.
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6.10.08
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5.10.08
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2.10.08
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E esta publicidade, tirada do mesmo número da National Lampoon, merece um postal destacado.
O disco Quadrophenia dos The Who, em 1973, tinha um encanto musical especial. Um disco duplo, apresentado nos programas de rádio como uma obra-prima, vinha tocado por um single como 5.15 que no final do ano, passava constantemente na onda média da Renascença ou do Rádio Clube, entre dois episódios dos Parodiantes.
Quadrophenia , merecia crónicas de fundo, tal como nos anos a seguir, o duplo dos Genesis, The Lamb lies down on Broadway, ou o duplo dos Pink Floyd, The Wall.
O single 5.15 , por seu lado, é um mergulho na memória de 73. O baterista Keith Moon, esse, é um espectáculo dentro do show dos Who. Aqui, em Relay
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2.10.08
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1.10.08
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A capa original deste disco dos Mamma´s and Papa´s, de 1966, não agradou aos industriais do disco, na época. Demasiado idiossincrática, foi modificada e teve três versões. Como se pode ver aqui, na imagem do livro da Taschen, 1000 Record Covers, de Michael Ochs ( irmão de Phil Ochs) e ler por ali.
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29.9.08
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(imagem da Rock & Folk de Junho de 1976)
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23.9.08
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(Clicar na foto, para observar toda a beleza natural do local)

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16.9.08
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JJ Cale. Há trinta anos, a revista Rock & Folk trazia um apanhado da sua discografia até à altura e que se resumia a quatro discos fundamentais: Naturally, de 1972; Really, de 1973; Okie, de 1974 e Troubadour, de 1976, o primeiro que me chamou verdadeiramente a atençao por causa da capa etérea e de nuvens musicais.
Esses quatro discos a que se juntam os restantes três, saidos a seguir - Five, de 1979; Shades, de 1981 e Grasshopper, de 1982 ( o primeiro Lp que comprei, do músico, no ano em que saiu), são imprescindíveis na discografia de J.J. Cale.
Na sequência dos mesmos, gravei uma cassete com uma espécie de best of, dos mesmos. Assim, de memória, devo recordar Precious memories, de Okie; Call me the breeze e Don´t go to strangers, de Naturally; Hey babe, de Troubador e Love has been gone, de Shades.
Um disco saído recentemente, Rewind, vale a pena e é uma pequena maravilha, com músicas antigas do músico que influenciou Eric Clapton ( que gravou After Midnight e Cocaine) e Mark Knopfler ( deve-lhe um estilo).
As imagens, são da revista Rock & Folk de Outubro de 1978 e da Guitar Player ( foto de cima).
ADITAMENTO em 27 de Agosto de 2013:
Soube agora, pela revista Record Collector, edição de Setembro mas que hoje, 27.8.2013, comprei, que J.J. Cale morreu no passado dia 26 de Julho de 2013, de ataque cardíaco, com 74 anos. O obituário da revista ocupa uma pequena coluna comuma pequena foto. J.J. Cale merecia a capa...
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11.9.08
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Imagem da Rock & Folk de Abril 1977, num artigo e entrevista a Doc Watson, de Jacques Vassal.
Não é fácil, para mim, neste percurso rememorativo da aprendizagem musical, em modo auditivo, fixar uma data para o interesse na música country de origem norte-americana.
Uma coisa é certa: foi através do rádio que tal gosto se plantou e me acompanha há longos anos. E no rádio dos anos setenta, apenas me lembro de uma figura com interesse contínuo nesse género musical: Jaime Fernandes, o dj, locutor de voz segura e sóbria que apresentava os discos de música country com paixão auditiva e a comunicava aos ouvintes.
Num desses programas variados, como o Dois pontos ou o Country, a música da América, passou o LP triplo Will the Circle be Unbroken, dos Nitty Gritty Dirt Band em conjunto com os maiores artistas da country da época- 1972.
O triplo álbum passou uma vez ou outra nesses programas e a beleza da sua música acústica, contagiou o gosto que sempre tive pelas guitarras acústicas, banjos e demais instrumentos de cordas.
Algumas das canções que lá estão gravadas pelos maiores artistas do género ( por exemplo Roy Acuff ou Earl Scruggs), como You are my Flower, Keep on the Sunny Side ou I am a Pilgrim, soam nas vozes dos elementos da NGDB, com destaque para Jeff Hanna ou o mentor do projecto, o multi-instrumentista virtuoso ( aqui com Arlo Guthrie) , John McEuen.
Entre os artistas consagrados da country que aparecem no disco, o destaque devido vai para Doc Watson, uma lenda desse género musical. O músico cego desde a infãncia, aperfeiçoou o estilo flat-picking, ao longo dos anos sessenta e nesse triplo LP, toca e canta em várias músicas, como Tennessee Stud, um clássico dos seus discos ao vivo. E toca o clássico da country Black Mountain Rag, num exercício de virtuoso em que os anos não diminuiram a habilidade de dedilhar , nesse estilo peculiar.
O nome ficou e depois disso, Lembro-me de ouvir uma composição de um disco de 1972, ao vivo, com o filho Merle: On Stage. A composição é daquelas que frequentemente me acorre à memória musical para cantarolar: Don´t let the deal go down, também tocado por outros grupos como os Flying Burrito Brothers, no Lp The last of the red hot burrito, também de 1972.
Depois disso, no início dos anos oitenta, procurei os discos de Doc Watson que por cá não havia.
Em França, importavam-nos da editora original, a Liberty e também a UA. E foi aí que consegui arranjar pelo menos três LP´s – Lonesome Road, de 1977; Live & Pickin´de 1979 e Doc and the boys, de 1981. Capas de cartão americano, bem impressas e de sonoridade em vinil de qualidade.
Depois do advento do cd, os discos principais, passaram a fazer parte do acervo comum, da música country que aprecio. Com particular destaque para Doc Watson in Nashville, de 1965 e um dos melhors discos do músico.
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josé
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10.9.08
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